segunda-feira, 6 de agosto de 2018

MBA na América


Um dos 10 melhores programas de MBA dos EUA oferece 3 bolsas para brasileiros

Por Nathalia Bustamante
01.08.2018






O total das bolsas para MBA da USC, incluindo hospedagem, pode chegar a 65 mil dólares. Para se inscrever, é necessário comprovar experiência profissional e submeter documentos como histórico acadêmico e cartas de recomendação. Interessados podem esclarecer dúvidas em evento gratuito em SP.



A Marshall School of Business da University of Southern California (USC) está oferecendo três bolsas para estudantes brasileiros interessados em cursar o seu programa de MBA internacional em 2019. As inscrições estão abertas até 15 de maio de 2019. Entretanto, é aconselhável que os candidatos interessados na bolsa se inscrevam o quanto antes.

Considerado um dos 10 melhores dos Estados Unidos na área de negócios internacionais, o International Business Education and Research MBA, ou IBEAR MBA, é um programa acelerado em tempo integral de um ano, criado para profissionais em meio de carreira que estão sendo preparados para assumir altos cargos globais.

As bolsas para MBA da USC são oferecidas para candidatos com alto potencial e podem chegar a 50 mil dólares. Os alunos selecionados também receberão auxílio moradia, que pode chegar a 15 mil dólares para quem viaja com os filhos. No total, portanto, o valor da bolsa é de até 65 mil dólares.



Como se candidatar às bolsas para MBA da USC

O processo de seleção é baseado na experiência profissional do candidato, formação acadêmica, testes (GMAT e TOEFL), cartas de recomendação e de candidatura. Os candidatos devem ter um mínimo de seis anos de experiência profissional e diploma da graduação antes do início do programa.

Para saber mais detalhes sobre o processo de inscrição, acesse o site. As inscrições estão abertas até 15 de maio de 2019.


Fundado em 1978, o programa IBEAR formou mais de 1.500 alunos, que atuam em cargos de liderança em 60 países em todo o mundo. Os participantes têm, em média, 34 anos de idade, com cerca de dez anos de experiência profissional. Além disso, falam várias línguas e demonstram forte compreensão do negócio e da cultura internacionais.

Significativamente mais experiente do que um estudante de MBA tradicional de dois anos, o participante típico do IBEAR pretende voltar ao mercado de trabalho em um nível mais sênior após a conclusão do curso. O currículo do curso é projetado para fornecer uma educação geral de gestão e prática, enfatizando habilidades de pensamento e resolução de problemas críticos em um mercado global.

Tire suas dúvidas sobre o IBEAR MBA em evento gratuito

Pankaj Bhushan, diretor do IBEAR MBA, e Marcus Costa, diretor do escritório da USC no Brasil, participará de um evento em São Paulo no dia 2 de agosto para que os candidatos tirem suas dúvidas sobre o processo seletivo. As vagas são limitadas. Para se inscrever, os interessados precisam fazer um cadastro online.

O evento será online e contará com informações sobre o processo de escolha dos candidatos, bem como detalhes sobre as bolsas disponíveis.

Sobre a University of Southern California, USC

Uma das maiores universidades privadas dos Estados Unidos, é também um centro de pesquisa de referência mundial. Localizada em Los Angeles, com oito escritórios internacionais, inclusive no Brasil, a USC possui o maior número de alunos internacionais entre todas as universidades americanas.

Além disso, tem tradição em promover uma formação interdisciplinar através das suas 19 faculdades e mais de 90 centros de pesquisa.  Mundialmente reconhecida por sua contribuição na formação de grandes artistas, a USC é a única com seis faculdades voltadas para as artes (cinema, arquitetura, artes dramáticas, música, artes plásticas e dança). Além do IBEAR, a Marshal School of Business oferece outros cinco programas de MBA: o Full-Time MBA, o Part-Time MBA.PM, o Executive MBA, o Online MBA e o Global EMBA, que inclui aulas em Shangai, na China.



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sábado, 7 de julho de 2018

Lamentamos


Brasil gasta 6% do PIB em educação, mas desempenho escolar é ruim

Publicado em 06/07/2018 - 10:22

Por Kelly Oliveira - Repórter da Agência Brasil Brasília




O Brasil gasta anualmente em educação pública cerca de 6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país). Esse valor é superior à média dos países que compõem a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), de 5,5%. No entanto, o país está nas últimas posições em avaliações internacionais de desempenho escolar, ainda que haja casos de sucesso nas esferas estadual e municipal. A avaliação é do relatório Aspectos Fiscais da Educação no Brasil, divulgado hoje (6) pela Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda.

Segundo o relatório, o gasto brasileiro também supera países como a Argentina (5,3%), Colômbia (4,7%), o Chile (4,8%), México (5,3%) e os Estados Unidos (5,4%). “Cerca de 80% dos países, incluindo vários países desenvolvidos, gastam menos que o Brasil em educação relativamente ao PIB”.

Apesar de investir 6% do PIB em educação, o país está nas últimas posições em avaliações internacionais de desempenho escolar (Arquivo/ Agência Brasil)

O relatório também mostra que como proporção das receitas da União, a despesa federal em educação quase dobrou sua participação, passando de 4,7% para 8,3% no período 2008 a 2017. Em proporção do PIB, a expansão passou de 1,1% para 1,8%. A despesa com educação apresentou crescimento acumulado real de 91% no período de 2008 a 2017, 7,4% ao ano, em média, enquanto a receita da União cresceu 6,7% em termos reais, descontada a inflação, 0,7% ao ano, em média.

Na principal avaliação internacional de desempenho escolar, o Pisa (Programme for International Student Assessment), o Brasil está nas últimas posições. Dos 70 países avaliados em 2015, o Brasil ficou na 63ª posição em ciências, na 59ª em leitura e na 66ª colocação em matemática.

O problema no Brasil, de acordo com o relatório, não está no volume dos gastos, mas na necessidade de aprimoramento de políticas e processos educacionais. “Apesar da forte pressão social para a elevação do gasto na área de educação, existem evidências de que a atual baixa qualidade não se deve à insuficiência de recursos. Tal observação não é específica ao Brasil, tendo em vista que já é estabelecida na literatura sobre o tema a visão de que políticas baseadas apenas na ampliação de insumos educacionais são, em geral, ineficazes”, diz o estudo.

Caso de sucesso

O estudo destaca ainda que mesmo no Brasil existem casos de sucesso, como o do Ceará, que obteve em 2015 o quinto melhor Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) nos anos iniciais do ensino fundamental, mesmo com um gasto inferior à média da própria Região Nordeste e à média nacional.

Em 2017, o Ceará aplicou R$ 3.589,95 por aluno na educação básica, ao passo que os demais estados da Região Nordeste aplicaram, em média, R$ 3.764,84. “Não obstante, o Ceará alcançou um Ideb de 5,7, enquanto a média dos demais estados da região foi de 4,4. Ressalta-se ainda que, em 2005, o desempenho do Ceará era de apenas 2,8, que o colocava somente na 18ª posição entre 27 estados”, diz o relatório.

“O desempenho do Ceará é ainda mais ilustrativo se comparado a um outro extremo, o Distrito Federal, que, mesmo com uma aplicação de recursos 134% maior ao primeiro, obteve um Ideb de 5,6, ligeiramente inferior ao do Ceará”, acrescentou.

Além disso, diz o estudo, o melhor Ideb municipal do Brasil, em 2015, foi o do município cearense de Sobral, que alcançou a nota média de 8,8 na rede pública, com uma despesa de R$ 3.091,38, a qual é inferior à média do próprio estado do Ceará e bastante inferior à média nacional de R$ 5.005,83.

Edição: Fernando Fraga


quarta-feira, 27 de junho de 2018

Crescimento é estudar


Instituto IMD, na Suíça, concede bolsas de estudo para MBA

Por Priscila Bellini , ESTUDAR FORA





O International Institute for Management Development, conhecido pela sigla IMD, recebe anualmente inscrições para seus programas de bolsa para MBA. Este ano, as candidaturas devem ser enviadas até 30 de setembro.

Nome recorrente nos rankings de escolas de negócios, o IMD oferece uma série de bolsas de estudo de acordo com o perfil dos alunos. Vale lembrar que, apesar de haver várias opções de bolsas, cada estudante tem direito a receber apenas uma, mesmo se enviar os documentos para todas.

Com o apoio financeiro, é possível arcar com parte dos custos do programa, que dura um ano e chega a custar 85 mil francos suíços. Além da anuidade e das taxas, é necessário pagar o valor da matrícula, de 350 francos suíços.

Há requisitos diferentes para cada bolsa oferecida e todas exigem bom desempenho acadêmico e profissional. O aluno já deve ter sido aceito no MBA ao enviar a documentação para obter uma bolsa. Por isso, é necessário ter em mente duas datas: o limite para candidatura ao MBA, 1 de setembro, e para as bolsas de estudo, 30 de setembro.

Para o processo seletivo do MBA da instituição, é necessário enviar cartas de recomendação e o resultado do teste padronizado GMAT, exigido por muitos cursos de pós-graduação.

Confira abaixo as oportunidades de bolsa disponíveis:

Bolsa para Estudantes de Países em Desenvolvimento 

Quanto: de 20 a 60 mil francos suíços, para cada um dos contemplados

É preciso enviar por e-mail um formulário demonstrando necessidade financeira no momento da application. Serão escolhidos candidatos com bom desempenho acadêmico e no teste GMAT, além de avanços significativos na carreira. 



Bolsa Stewart Hamilton para mulheres

Quanto: 50 mil francos suíços

Para concorrer à bolsa, é necessário submeter um essay de 750 palavras com base no case Hollinger and the Downfall of Conrad Black’. É necessário responder duas perguntas ao longo do texto: o que aprendeu com essa análise e quais foram as falhas do sistema Hollinger.

Bolsas por Mérito do IMD

Quanto: 20 mil francos suíços

Concedida a alunos que demonstrem qualidades excepcionais no momento da candidatura. Não exige inscrição à parte, apenas a candidatura regular.

Bolsas de Diversidade do IMD

Quanto: 5 bolsas no valor de 30 mil francos suíços

É concedida uma bolsa a um cidadão de cada região: Ásia, África, América Latina, Europa Oriental e Europa Ocidental/América do Norte. É preciso enviar o formulário de demonstrando necessidade financeira e escrever uma redação tratando do assunto “The role diversity and globalisation will play in my future career”.

Bolsa Nestlé para Mulheres

Quanto: 1 bolsa no valor de 25,000 francos suíços

A bolsa é concedida a mulheres, preferencialmente vindas de países em desenvolvimento. É necessário demonstrar necessidade financeira e enviar uma redação de 750 palavras que trate de formas para garantir maior diversidade na liderança de uma organização.

Sobre o IMD

O Institute for Management Development, ou IMD, possui um dos 100 melhores programas de MBA do mundo, e é considerado uma das melhores escolas para quem deseja desenvolver uma rede de contatos forte – entre seus ex-alunos, estão CEOs de gigantes como Nestlé, Philips e T-Mobile.



Dica do Estudar Fora:

Autoliderança é uma competência fundamental para você guiar a sua carreira. É por meio dela que você vai construir um direcionamento que faça sentido para você e desenvolver meios para superar os obstáculos. E para dar a importância que esse termo merece, a Fundação Estudar criou o Liderança Na Prática, um curso de quatro dias que vai te ajudar a descobrir e colocar em prática o seu sonho grande. Inscreva-se agora com 10% de desconto usando o cupom ESTUDARFORA. É só clicar aqui!



sexta-feira, 1 de junho de 2018

Racismo institucional


Maioria de mortes maternas no país ocorre entre mulheres negras jovens
Mulheres negras têm duas vezes mais chances de morrer por gravidez
Publicado em 29/05/2018 - 18:09
Por Débora Brito - Repórter da Agência Brasil Brasília




Mais da metade (54,1%) das mortes maternas no Brasil ocorrem entre as mulheres negras de 15 a 29 anos. A população negra feminina também tem duas vezes mais chance de morrer por causas relacionadas à gravidez, ao parto e ao pós-parto do que as mulheres brancas. A informação foi destacada pela doutora em saúde pública, Fernanda Lopes, durante as discussões da 4ª Conferência Nacional da Promoção da Igualdade Racial (Conapir). O evento está sendo realizado em Brasília com a presença de especialistas, pesquisadores e ativistas da causa racial de vários estados para levantar propostas de enfrentamento ao racismo.

Com base em estatísticas do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS), a especialista, que também integra o grupo de racismo e saúde da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), apresentou algumas variáveis que mostram a desigualdade racial no âmbito da saúde pública.

A pesquisadora Fernanda Lopes participa da 4ª Conapir - Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

“Estas mulheres morrem com uma frequência maior, prioritariamente por hipertensão, um problema que poderia ser identificado lá no pré-natal. Mas, estas mulheres são as que menos têm informações sobre sinais de parto, que com mais frequência têm o pré-natal considerado inadequado e são aquelas que mais peregrinam até conseguirem vaga na maternidade para dar à luz”, destacou Fernanda.

Apesar de o Brasil ter reduzido consideravelmente os números de mortalidade materna nos últimos anos, ainda não conseguiu atingir a meta estabelecida pela Organização das Nações Unidas de reduzir em 75% o índice de mortes até 2015. A cada 100 mil nascidos vivos, ainda morrem no país uma média de 60 mulheres em idade fértil.

Racismo institucional
A pesquisadora disse ainda que as mulheres negras recebem com menos frequência recursos para alívio da dor durante o parto, como tomar água, andar, tomar banho, ganhar massagem ou mesmo ter a opção de ser anestesiada. Além disso, de acordo com o levantamento apresentado por Fernanda, as mulheres negras têm menos chance de ter um acompanhante durante o parto e na maternidade e estão mais sujeitas a ouvir expressões discriminatórias. Ela cita entre os dados coletados na pesquisa frases ouvidas pelas pacientes por agentes de saúde como "na hora de fazer não reclamou". 

“Isso é racismo institucional, é violência obstétrica e é violência de gênero. É um tipo de violência que só as mulheres vivem”, ressaltou Fernanda. A pesquisadora explicou que o racismo institucional na saúde se expressa pela desigualdade no atendimento dos profissionais da saúde à mulher negra e na negação a ela de acesso a proteção e direitos. Este tipo de discriminação também tem impacto na organização e no funcionamento dos serviços de saúde.

“A violência obstétrica começa no pré-natal. Então, quando a gente está falando lá na atenção básica que estas mulheres têm menos acesso à informação, isso é expressão de violência institucional. Se estas mulheres peregrinaram mais até conseguirem vaga no hospital, é expressão do racismo institucionalizado”, detalhou.

No atendimento pós-parto, os índices também apontam para uma desvantagem das mulheres negras, principalmente as mais jovens, em relação às brancas. “Em uma avaliação da estratégia da família e da Rede Cegonha se observou que eram as mulheres mais jovens e negras que recebiam com menos frequência a visita da equipe de saúde da família durante o período de puerpério”, completou.

Entre as propostas para enfrentar o problema, a pesquisadora sugere que o país melhore as pesquisas sobre percepções das pacientes sobre atitudes discriminatórias nos serviços de saúde.

Conapir
No segundo dia da 4ª Conferência de Promoção da Igualdade Racial (Conapir), os conselheiros e delegados se dividiram em grupos temáticos para discutir diferentes propostas de combate à discriminação étnica e racial nas áreas de educação, violência, religião, entre outros. O conjunto final das propostas e resultados das discussões serão apresentados nesta quinta-feira (30), último dia da conferência.
Saiba mais
Edição: Amanda Cieglinski


segunda-feira, 21 de maio de 2018

Estudar na Ásia


Governo de Singapura oferece bolsas para PhD e pesquisa
Por Nathalia Bustamante
24.04.2018






O Governo de Singapura abriu inscrições para bolsas para PhD nas áreas de Ciências Biomédicas, Engenharia e temas ligados às Ciências Físicas (como Química, Física e Astronomia), pelo programa Singapore International Graduate Award (SINGA). É possível se candidatar até 1 de junho para o programa voltado a alunos de doutorado, que tem início em agosto de 2018.

Os estudantes podem escolher entre fazer sua pesquisa na agência de ciência e tecnologia do governo (A*STAR) ou em três universidades do país: a Nanyang Technological University (NTU), a National University of Singapore (NUS) e a Singapore University of Technology and Design (SUTD). Os estudos serão realizados em inglês em qualquer um destes institutos de Singapura e é possível explorar os temas de pesquisa trabalhados no site da iniciativa do governo de Singapura.

Quais os benefícios das bolsas do governo de Singapura
A bolsa cobre integralmente os valores de anuidade pelos quatro anos de duração do programa. Há ainda um valor mensal de cerca de 2,4 mil dólares, auxílio financeiro para manutenção no país e para passagens aéreas. Depois do exame de qualificação, a bolsa mensal sobe para 3 mil dólares.

Para atender aos pré-requisitos, é preciso enviar histórico acadêmico de graduação e duas cartas de recomendação, que devem ser submetidas online. Embora não seja obrigatório ter concluído um mestrado antes de fazer a inscrição às bolsas para PhD, quem possuir o diploma também deve submeter histórico e certificado.

Exames de proficiência (IELTS e TOEFL) e padronizados (GRE ou SAT) podem ser enviados como documentação complementar, mas não são obrigatórios. Como o programa do governo de Singapura destaca, entretanto, as universidades têm liberdade de pedi-los.

Confira aqui o passo a passo para se candidatar. A avaliação é feita majoritariamente com base no histórico acadêmico e nas cartas de recomendação.

Sobre Singapura
Localizada no continente asiático, Singapura é uma cidade-estado com aproximadamente 5,5 milhões de habitantes, conhecida como a Cidade Leão. Como no Vale do Silício, nos Estados Unidos, Singapura reúne startups de várias áreas, como games e aplicativos, e profissionais de todo o planeta. Singapura tem quatro idiomas oficiais: o inglês, o malaio, o mandarim e o tâmil. São, ao todo, 34 universidades no país e, entre elas, está a National University of Singapore (NUS), considerada a melhor universidade da Ásia.



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